Proposta de Emenda à Constituição
Votada em dois turnos em cada Casa e aprovada com três quintos dos votos (49 senadores; 308 deputados). Não vai à sanção: é promulgada pelas Mesas da Câmara e do Senado.
Ideias legislativas · e-Cidadania · Senado Federal
Reunimos ideias abertas e projetos em consulta sobre direitos humanos, democracia e tecnologia, educação e ciência, saúde e trabalho. As que estão perto do fim do prazo aparecem primeiro.
Leve o Vinte Mil no celular. Instale o app em um toque e acompanhe os prazos sem precisar procurar o site. É gratuito e não ocupa espaço.
Todo dia, às 19h, no canal do WhatsApp: o que precisa de mobilização até o dia seguinte ou durante a semana, com o link para apoiar ou votar.
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O Congresso Nacional tem duas Casas: a Câmara dos Deputados, com 513 deputadas e deputados eleitos em proporção à população de cada estado, e o Senado Federal, com três senadores por estado, eleitos para mandatos de oito anos. Em regra, um projeto precisa ser aprovado nas duas Casas e depois sancionado pela Presidência da República. Clique em cada etapa para ver quem decide, como você pode agir e quais pautas deste site estão ali agora.
Votada em dois turnos em cada Casa e aprovada com três quintos dos votos (49 senadores; 308 deputados). Não vai à sanção: é promulgada pelas Mesas da Câmara e do Senado.
Editada pela Presidência da República com força de lei imediata. Vale por 60 dias, prorrogáveis por mais 60, e precisa ser aprovada pelo Congresso para não perder efeito. Depois de 45 dias, passa a trancar a pauta da Casa onde estiver.
O projeto de lei ordinária é aprovado por maioria simples dos presentes. O projeto de lei complementar exige maioria absoluta: 41 senadores e 257 deputados.
Muitos projetos são decididos nas próprias comissões, sem ir ao Plenário, salvo recurso de um décimo dos membros da Casa. Por isso, pressionar relatores e presidentes de comissão costuma ser decisivo.
Onde pressionar: o projeto começa na Câmara quando é de deputados, da Presidência da República, do STF, dos tribunais superiores ou de iniciativa popular; começa no Senado quando é de senadores. Depois, a outra Casa revisa o texto (Constituição Federal, arts. 61, 64 e 65).
Conteúdos gratuitos produzidos pelo Congresso Nacional, pelo Senado, pela Câmara e por assembleias legislativas.
Explicação do Programa Jovem Senador sobre o caminho de um projeto, da apresentação à sanção.
Cursos a distância do Instituto Legislativo Brasileiro sobre política, cidadania e processo legislativo, com certificado.
Página oficial que explica as ideias legislativas, as consultas públicas e os eventos interativos do Senado.
Reportagem da Rádio Senado, de 30 de setembro de 2026, sobre como participar pelo Portal e-Cidadania.
Significado dos termos usados no Congresso, como relatoria, substitutivo, quórum e sessão conjunta.
Publicações e recursos da Câmara dos Deputados sobre o Legislativo e a participação cidadã.
Portal da Câmara que explica política e cidadania para crianças, com jogos, histórias e materiais para professores.
Página da Câmara com as formas de participação: enquetes, sugestões legislativas, audiências e contato com deputados.
Manual da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, exemplo de como funciona a tramitação de leis em um estado.
Apoiar ideias e votar em consultas são as formas mais rápidas de participar. Existem outros canais, previstos na Constituição e nos regimentos, que chegam também à Câmara dos Deputados. Alguns são abertos a qualquer pessoa; outros exigem uma entidade da sociedade civil, como uma associação, um sindicato ou uma ONG. Uma ideia com poucos apoios no e-Cidadania pode chegar às duas Casas se uma entidade a apresentar como sugestão legislativa.
Proposta enviada no e-Cidadania. Com 20 mil apoios em quatro meses, vai à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) como Sugestão Legislativa. Qualquer parlamentar pode adotá-la antes disso.
Voto SIM ou NÃO em proposições em tramitação e perguntas aos convidados de audiências públicas transmitidas ao vivo. Os resultados são enviados aos gabinetes.
Associações, fundações, organizações religiosas, sindicatos, órgãos de classe, entidades científicas e partidos sem representação no Congresso podem enviar sugestões de lei diretamente à CDH, sem precisar de apoios.
ONGs, associações, sindicatos, órgãos de classe e conselhos públicos com participação paritária da sociedade civil podem propor à Comissão de Legislação Participativa projetos de lei, PECs, emendas ao Orçamento e pedidos de audiência pública.
Toda proposição em tramitação na Câmara tem uma enquete. Com cadastro validado, você registra sua posição e escreve pontos positivos e negativos, que passam por moderação. Os resultados vão aos deputados em relatórios de participação. Nas reuniões de comissão com debate interativo, é possível enviar perguntas aos convidados.
Projeto apresentado diretamente à Câmara com assinaturas de pelo menos 1% do eleitorado, distribuídas por no mínimo cinco estados, com ao menos 0,3% dos eleitores de cada um.
Disque-Câmara 0800 0 619 619 (8h às 20h), Fale Conosco da Câmara e Fale com o Senado (0800 0 61 2211). As manifestações são registradas e encaminhadas aos gabinetes e órgãos responsáveis.
Transforme uma ideia deste site em sugestão legislativa assinada por uma entidade. O texto segue os requisitos da CDH e da CLP; revise antes de enviar e anexe os documentos da entidade.
Cards prontos para o feed e os stories do Instagram, o status e os grupos do WhatsApp. Escolha a pauta, o formato e a cor; salve a imagem e copie a legenda, que já traz o link do e-Cidadania e o passo a passo para apoiar ou votar. Os números são atualizados com os dados do site.
O mote aparece na capa do carrossel, no início da legenda e nos materiais para imprimir.
O carrossel explica a proposta em linguagem simples, em três partes: o que é, o que muda e como participar. Use no feed do Instagram ou envie as três imagens em sequência no WhatsApp.
Os materiais e as legendas oficiais não podem ser alterados, para evitar adulterações e golpes. Os links e QR Codes levam sempre aos endereços oficiais do Vinte Mil e do Senado.
Para salvar, toque e segure a imagem no celular ou clique nela com o botão direito no computador.
Fez um card, um vídeo, um lambe-lambe ou fotos de uma ação na sua cidade? Envie para a equipe. Depois de conferir as informações, publicamos nos canais do Vinte Mil com crédito.
O envio abre o seu programa de e-mail com a mensagem pronta. O site não armazena dados nem arquivos.
Materiais com QR Code para o site, o canal do WhatsApp e o apoio ao projeto. Todos trazem o aviso de que esta é uma mobilização popular, sem vínculo com partidos políticos. Antes de imprimir em quantidade, teste a leitura dos QR Codes com o celular.
“Cores variadas” alterna roxo, amarelo e claro nos adesivos de motes; nos demais materiais, usa o fundo claro. Os QR Codes levam sempre ao site oficial e ao canal oficial no WhatsApp e não podem ser alterados.
Os arquivos saem em 300 dpi, a resolução usada por gráficas. Lambe-lambe: papel A3, colado com cola de farinha ou fita. Panfleto: papel A5 ou duas cópias em uma folha A4. Livreto: o PDF tem duas páginas; imprima frente e verso virando pela borda curta e dobre ao meio. Adesivos: folha adesiva A4 ou papel adesivo de gráfica, com corte redondo de 6 cm nas linhas pontilhadas.
Prévia em tamanho reduzido.
Clique em um card para abri-lo no editor acima. O pacote reúne cada card nos formatos feed e stories, o carrossel explicativo de cada ideia e um arquivo de legendas.
Use o formato stories no status e o feed nos grupos. Envie a imagem com a legenda: no WhatsApp, o link fica clicável.
Links na legenda do feed não abrem com um toque. Coloque o link da ideia na bio ou indique “link nos stories”.
Publique o card e adicione a figurinha de link com o endereço da ideia no e-Cidadania, que está na legenda.
Associações, coletivos e grupos ligados ao tema costumam ter mais alcance. Mande o card direto para quem atua na pauta.
O Vinte Mil é um projeto coletivo e independente, sem financiamento de partidos, governos ou empresas. As contribuições pagam os custos de manter o site no ar, como hospedagem, domínio e ferramentas de trabalho, e, com o tempo, devem permitir remunerar pessoas para acompanhar a tramitação, checar dados e escrever os conteúdos.
Qualquer valor ajuda. Valores de referência:
Em nome de , coordenadora do projeto. Verifique o nome completo antes de confirmar sua transferência via Pix.
Uma contribuição recorrente, mesmo pequena, permite planejar os custos e a contratação de pessoas para os conteúdos.
Programe um Pix mensal no aplicativo do seu banco, em poucos passos.
O e-mail da equipe será publicado em breve.
Quem contribui todo mês permite planejar os custos fixos do Vinte Mil: hospedagem, domínio, ferramentas, divulgação e uma pessoa fixa no trabalho administrativo, que publica os alertas das 19h no canal do WhatsApp, responde mensagens e organiza a prestação de contas. A meta mensal é de R$ 5.350.
R$ 10/mês
Com 60 pessoas neste valor, as ferramentas e os serviços essenciais do mês estão pagos.
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Com 107 pessoas neste valor, a meta mensal está fechada.
R$ 100/mês
Com 54 pessoas neste valor, a meta mensal está fechada.
Desde 28 de outubro de 2024, todos os bancos e instituições de pagamento são obrigados a oferecer o Pix agendado recorrente. Quem paga define as regras e pode alterar ou cancelar o agendamento a qualquer momento no próprio aplicativo. O nome da opção muda de banco para banco: procure por “agendar”, “programar” ou “Pix recorrente”.
Assim podemos enviar a prestação de contas e agradecer. Os dados vão por e-mail, a partir do seu próprio programa de e-mail; o site não guarda nada.
Contribuição por cartão de crédito, por plataforma de financiamento coletivo, será oferecida quando a plataforma for contratada.
Muitas decisões que pesam no dia a dia são da prefeitura e da Câmara de Vereadores: ônibus municipais, postos de saúde, creches e escolas municipais, coleta de lixo, iluminação, calçadas, IPTU, uso do solo e o orçamento da cidade. Nesta aba você vê como participar e como cobrar respostas no seu município.
Os contatos estão no site da Câmara Municipal. Diga em que bairro você mora e o que pede; vereadores dependem de votos locais e costumam responder a demandas concretas.
O Plano Plurianual, a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei Orçamentária Anual da cidade precisam de audiências públicas abertas à população (Lei de Responsabilidade Fiscal, art. 48). É a hora de pedir verba para o seu bairro.
Reclamações sobre buracos, iluminação, lixo e atendimento vão à ouvidoria da prefeitura ou ao telefone 156, quando existir. Guarde o número do protocolo para cobrar depois.
Pela Lei de Acesso à Informação, qualquer pessoa pode pedir dados à prefeitura e à Câmara, sem justificar o motivo. O prazo de resposta é de 20 dias, prorrogável por mais 10 (Lei nº 12.527/2011, art. 11).
Saúde, educação, assistência social, direitos da criança e outros temas têm conselhos com vagas para a sociedade civil. As reuniões costumam ser abertas ao público.
A Constituição prevê projetos de interesse do município apresentados por, no mínimo, 5% do eleitorado da cidade (art. 29, XIII). Algumas câmaras também têm tribuna livre, em que moradores falam no plenário: confira o regimento interno.
Os botões abrem os sites oficiais da prefeitura e da Câmara Municipal. No Distrito Federal não há municípios: o governo distrital e a Câmara Legislativa cumprem esses papéis. Para dados de todas as 5.568 câmaras do país, como número de vereadores e orçamento, use o Panorama do Legislativo Municipal, do Senado.
Cada estado tem uma Assembleia Legislativa (no Distrito Federal, a Câmara Legislativa), formada por deputadas e deputados estaduais. Ela vota leis sobre temas que pesam no dia a dia: escolas estaduais e ensino médio, hospitais da rede estadual, polícias, transporte entre cidades, impostos como ICMS e IPVA, e o orçamento do estado. Nesta aba você vê como participar e o que está em votação em algumas assembleias.
Os nomes e contatos estão no site da assembleia do seu estado (lista abaixo). Diga quem você é, de onde escreve e o que pede. Mensagens de eleitores do próprio estado costumam ter mais peso.
As comissões da assembleia fazem reuniões abertas para debater temas e projetos. Qualquer pessoa pode assistir, presencialmente ou pela transmissão, e sugerir assuntos aos deputados.
Algumas assembleias recebem opiniões pela internet sobre projetos em tramitação. Na de Minas Gerais, por exemplo, cidadãos, entidades e deputados podem pedir consultas sobre temas de interesse público.
Associações e coletivos podem levar propostas às comissões. Em Minas Gerais, a proposta de ação legislativa, apresentada por entidade legalmente constituída, pode virar projeto, emenda, audiência ou pedido a órgãos públicos. No Rio de Janeiro, qualquer pessoa pode propor ideias de lei pelo aplicativo LegislAqui, da Alerj (veja abaixo).
A Constituição Federal (art. 27, § 4º) manda cada estado regular a iniciativa popular. O número de assinaturas muda de estado para estado: veja a tabela abaixo e a constituição do seu estado.
O orçamento estadual de cada ano é votado no fim do ano anterior. Deputados apresentam emendas; você pode pedir à sua deputada ou ao seu deputado que defenda recursos para a sua região ou para uma política pública.
Fontes: ALMG; ALEP (Constituição do Paraná, art. 67, e Lei nº 19.132/2017); ALE-RR (2025); ITS Rio, relatório sobre projetos de lei de iniciativa popular (2017).
Aplicativo e página em que qualquer pessoa propõe uma ideia de lei e reúne apoios. Com 1.700 apoios, a proposta passa a ser analisada pela Comissão de Legislação Participativa, criada em 2025, que faz audiências públicas e pode apresentar projetos de lei sobre o tema.
Página em que você pesquisa projetos por assunto, autor ou número, lê o texto e a tramitação e vota SIM ou NÃO, como na consulta pública do Senado.
A Assembleia de Minas recebe sugestões de projeto pelo portal, faz consultas públicas pela internet e aceita propostas de ação legislativa apresentadas por entidades.
Programa da Comissão de Orçamento que recebe, pelo site da Assembleia, sugestões da população para a lei orçamentária do estado.
Três estudantes de engenharia da UFRJ propuseram pelo LegislAqui que cada escola da rede estadual tenha uma composteira para reaproveitar sobras da merenda em hortas e atividades de educação ambiental. Foi a primeira lei nascida no aplicativo, sancionada em 11 de novembro de 2022.
A mãe de uma criança com epidermólise bolhosa sugeriu pelo LegislAqui um programa estadual de atendimento especializado e uma pensão para pacientes. A ideia passou de 5 mil apoios, foi aprovada pela Alerj e virou lei.
Em novembro de 2024, a população enviou cerca de oito mil sugestões ao orçamento do Paraná pelo site da Assembleia. O relator incorporou as sugestões ao texto da lei orçamentária de 2025, aprovado em dezembro.
A Alerj criou a Comissão de Legislação Participativa para analisar as propostas do LegislAqui que chegam a 1.700 apoios, fazer audiências públicas e transformar sugestões em projetos de lei.
Escolha o que você quer fazer, preencha os campos e copie o texto. A assembleia usada nos textos é a escolhida acima, em “Encontre a assembleia do seu estado”. Nada é enviado por este site.
O Vinte Mil é uma mobilização popular e independente. Não tem vínculo com partidos políticos, candidaturas, mandatos, governos, o Senado Federal ou a Câmara dos Deputados, e não recebe dinheiro de nenhum deles.
O Vinte Mil é fruto de uma mobilização popular nas redes sociais por mais participação na política nacional. Muita gente sente que as decisões do Congresso acontecem longe, em uma linguagem difícil, com prazos e etapas que quase ninguém acompanha. O Senado mantém ferramentas abertas à população, como as ideias legislativas e as consultas públicas do Portal e-Cidadania, mas elas costumam ser pouco conhecidas: muitas ideias com impacto na vida das pessoas encerram o prazo com poucos apoios.
Ao mesmo tempo, o interesse existe. Segundo o próprio portal, mais de 17 milhões de pessoas já votaram nas consultas públicas, somando mais de 40 milhões de votos. O Vinte Mil nasce dessa distância entre a vontade de participar e o acesso a informação clara: reúne as pautas abertas, explica em palavras simples como cada uma avança e indica a quem escrever em cada etapa.
Ideias legislativas perto do prazo, projetos em consulta pública e mensagens prontas para relatores e presidentes de comissão.
As enquetes mais votadas da Câmara e o que está em votação em assembleias legislativas, com formulários para mobilização local.
Abaixo-assinados de interesse público, sempre com a indicação de quem os organiza.
Cards, carrosséis, lambe-lambes, panfletos e etiquetas para baixar, além do canal no WhatsApp com atualizações todos os dias às 19h.
O Vinte Mil é coordenado por Júlia Tordeur, historiadora e cientista política, doutora e professora de História Contemporânea na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisa memória e diáspora e coordena o projeto de forma voluntária e independente.
Para falar com a coordenação, escreva para contato@vintemil.ong.br.
Não apoiamos candidaturas nem partidos. As consultas públicas aparecem com SIM e NÃO lado a lado, e as mensagens prontas se adaptam à posição de quem vota.
O projeto não aceita recursos de partidos, candidaturas, mandatos parlamentares ou de quem tenha interesse direto nas proposições acompanhadas. Doações não dão influência sobre as pautas.
Tudo o que aparece no site vem de fontes oficiais, indicadas abaixo e em cada proposta. Você pode conferir cada número no site do Senado ou da assembleia.
Nenhuma mensagem é enviada por este site. Você copia o texto e envia do seu próprio e-mail ou das suas redes. O site não pede cadastro e não guarda seus dados em servidores.
Qualquer pessoa cadastrada no portal pode propor e apoiar ideias legislativas. Cada ideia fica aberta por quatro meses. Se alcançar 20 mil apoios nesse prazo, segue para a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) como Sugestão Legislativa. Senadores e deputados também podem adotar uma ideia a qualquer momento, com qualquer número de apoios.
Cada projeto em tramitação no Senado tem uma página de consulta. O voto SIM ou NÃO é registrado e enviado aos gabinetes. A consulta não decide a votação, mas mostra aos senadores o que a população pensa.
A seleção segue quatro eixos temáticos: direitos humanos, democracia e tecnologia, educação e ciência, saúde e trabalho. Entre as ideias, mostramos primeiro as que estão perto do fim do prazo. Os projetos em consulta incluem também os mais votados do dia no portal, qualquer que seja o tema.
Os dados são atualizados periodicamente. Encontrou algum erro? Escreva para contato@vintemil.ong.br que conferimos na fonte e corrigimos.
O foco do Vinte Mil é o Senado, mas muitos projetos começam na Câmara: os de deputados, os da Presidência da República, do STF e dos tribunais superiores e os de iniciativa popular (Constituição Federal, arts. 61 e 64). Enquanto o projeto está lá, é na Câmara que a pressão tem efeito. Quando ele chega ao Senado, você vota na consulta pública do e-Cidadania.
Enquete em destaque · 1 de 3
Projeto da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), já aprovado no Senado e agora em análise na Câmara. Inclui a misoginia entre os crimes da Lei do Racismo, com pena de 2 a 5 anos de reclusão, e dobra as penas de injúria, difamação e calúnia contra mulheres em contexto de violência doméstica.
Terceira enquete mais votada da semana · eixo direitos humanos. A posição é sua: concorde ou discorde.
Enquete em destaque · 2 de 3
Determina que os cuidados com a saúde mental só possam ser exercidos por profissionais com curso superior, nas áreas de psicologia e psiquiatria.
Enquete mais votada da semana · eixo saúde e trabalho. A posição é sua: concorde ou discorde.
Enquete em destaque · 3 de 3
Trata da possibilidade de ocupantes de cargos do Poder Judiciário exercerem a advocacia, com restrições.
Segunda enquete mais votada da semana · eixo democracia. A posição é sua: concorde ou discorde.
Enquetes que a comunidade pediu para acompanhar. Os seis projetos foram apresentados pelo deputado Capitão Augusto (PL-SP) em março de 2026 e propõem extinguir órgãos federais (CONGRESSO EM FOCO, 2026).
Cada projeto em discussão tem uma enquete para o texto original e outras para cada mudança, como substitutivos e emendas. Confira qual versão você está avaliando.
Escolha entre cinco respostas, de “concordo totalmente” a “discordo totalmente”, e confirme o voto. Você também pode apontar pontos positivos e negativos do texto.
A Câmara informa que as enquetes não têm rigor científico. O relator decide se considera as opiniões ao propor mudanças no texto; por isso vale também escrever aos deputados.
Define quem pode exercer cuidados de saúde mental.
Permite que ocupantes de cargos do Poder Judiciário advoguem, com restrições.
Equipara a misoginia ao crime de racismo.
Trata da valorização dos militares das Forças Armadas.
Proíbe a venda, a reprodução e a importação de cães da raça pit bull.
Trata da proteção de direitos fundamentais e veda normas da sharia no país.
Ranking da página de enquetes da Câmara em 3 nov. 2026. A lista mostra o que mais recebeu votos, não uma recomendação do Vinte Mil. Ver todas as enquetes no site da Câmara.
Abaixo-assinados on-line reúnem apoio público a uma causa e servem para pressionar quem decide, mas não têm efeito legal automático. São diferentes da ideia legislativa do e-Cidadania, que com 20 mil apoios precisa ser analisada pelo Senado, e do projeto de lei de iniciativa popular, que exige a assinatura de 1% do eleitorado nacional, distribuída por pelo menos cinco estados (Constituição Federal, art. 61, § 2º).
Pressiona a Câmara a instalar uma comissão parlamentar de inquérito sobre a atuação das grandes plataformas digitais no fluxo de informações durante as eleições de 2026. Quem apoia assina e pode enviar e-mail aos deputados que ainda não assinaram o requerimento, que precisa de 171 assinaturas (87 em 30 out. 2026). Organizado pela deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP).
Pede que continue valendo a proibição das apostas de quota fixa, que não haja patrocínio de bets em clubes, transmissões e influenciadores, e que haja atendimento público a pessoas com vício em apostas e a famílias endividadas. Associado ao Instituto Conhecimento Liberta; mais de 349 mil assinaturas em 3 nov. 2026.
Abaixo-assinado da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) pelo reajuste das bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado.
Procure o nome da entidade ou das pessoas responsáveis e um canal de contato.
Um pedido claro, dirigido a um órgão ou autoridade, tem mais chance de ser entregue e respondido.
Leia a política de privacidade: veja se o seu e-mail e o seu telefone serão usados para outras campanhas.
Listamos abaixo-assinados de interesse público com a indicação de quem os organiza, sejam entidades, movimentos ou parlamentares de qualquer partido. A inclusão não significa apoio a candidaturas, mandatos ou partidos. Conhece um abaixo-assinado que deveria estar aqui? Escreva para contato@vintemil.ong.br.
Outras iniciativas ajudam a acompanhar de perto o trabalho de deputados e senadores: como votam, o que propõem e como usam o mandato. A indicação é editorial: não há vínculo formal entre o Vinte Mil e estes sites.
Mostra como deputados e senadores votam e ajuda a encontrar quem representa as suas posições.
Ferramenta do Congresso em Foco para buscar e analisar dados de deputados e senadores.
Projeto independente, sem filiação partidária, que mostra como parlamentares votam e envia avisos por e-mail, com dados da Câmara, do Senado, do TSE e das assembleias.
Painel com o voto de cada deputado nas votações nominais do Plenário da Câmara, com filtros por partido e estado.
Canal gratuito no WhatsApp que avisa sobre consultas públicas e ideias legislativas do e-Cidadania, com link para votar no site oficial. Projeto pessoal e sem fins lucrativos de Julio Moraes, que se declara sem partido e sem vínculo com o Senado.
Perfil no X sobre voto, cidadania e participação política, com informações para acompanhar o Congresso.
Alertas sobre consultas públicas e ideias legislativas do e-Cidadania, das 8h às 22h, com link para votar no site oficial.
Canal da Associação Nacional de Pós-Graduandos com chamadas de mobilização sobre bolsas, ciência e pós-graduação.
Todo dia, às 19h, o que precisa de mobilização até o dia seguinte ou durante a semana.
Perfil oficial do Senado, com pautas do Plenário, resultados de votações e transmissões.
Perfil oficial da Câmara, com a agenda do Plenário e das comissões e os resultados das votações.
Organização de educação política apartidária, com guias em linguagem simples, incluindo um passo a passo para usar o e-Cidadania.
Organização independente que monitora o poder público e produz ferramentas e relatórios sobre gastos, mandatos e acesso à informação.
Agência de dados especializada na Lei de Acesso à Informação, que obtém e publica documentos e bases do poder público.
Movimento aberto, em formação, que produz materiais educativos sobre ciência, combate à desinformação e acompanha propostas em tramitação no Senado sobre ciência e tecnologia.
Projeto da Open Knowledge Brasil que reúne e permite buscar diários oficiais de municípios brasileiros.
Ideias legislativas, consultas públicas e eventos interativos do Senado Federal.
Base oficial com projetos, tramitação, votações nominais e dados dos senadores.
Base oficial com proposições, votações, despesas e dados de deputadas e deputados.
Contatos dos deputados, enquetes sobre projetos e a Comissão de Legislação Participativa.
Conhece outro site que deveria estar aqui? Escreva para contato@vintemil.ong.br.